terça-feira, 17 de abril de 2012

O amor de vez em sempre é piegas


Hoje queria você aqui
Eu, dentro do seu abraço
Cada passo um descompasso
Corações comBatentes,
Cheios de canção
Sabendo o que me move
Chegou em cada verso
Embalando o que há de melhor em mim: VOCÊ!
O sorriso é leve quando te vejo
E tão breve quando tu vais...
Fica por aqui e faz tua morada
Faz dos meus dias mais curtos com tua chegada.







quinta-feira, 12 de abril de 2012

Fortaleza dos Alencarinos


Ahh Fortaleza,
em teus braços cabem milhões,
sem distinção de cor, raça, você abraça!
TERRA DA LUZ
Que alumeia, teus humildes moradores,
CIDADE DE ALENCARINOS,
Com nobreza acolhestes os desnaturados, depravados
Os sem coração...
Mas não julgastes por ser dessemelhante,
Abrigastes como uma mãe cerca seu filho,
Tuas praias que de graça embriaga os olhos de quem as vê,
São mais de 30 km de beleza pura, selvagem
Admirável que o homem ainda não ousou. (algumas)
Há um pouco de tua história em cada canto teu...
Para encanto meu, encanto nosso.
No Forte Nossa Senhora de Assunção foi onde tua história começou,
que na época tinha um nome estrangeiro que ainda bem, rebatizou: 
Fort Schoonenborch.
Ficastes assim... FORTALEZA!
Onde tem de FORTE até no nome,
Tenho orgulho de ser daqui, mesmo não nascendo cá.
Carrego esta FORTALEZA comigo 
A de não desistir, não se deixar cair, de levantar e persistir!
De fazer tornar real um sonho muito antigo...
e que esta FORTALEZA ainda dê muito abrigos, 
E um dia se cumpra o que foi prometido: de ser FORTALEZA BELA!

Imagem extraída do Jornal Diário do Nordeste- 12/04/12



quarta-feira, 11 de abril de 2012


Eu tenho em mim todos os sonhos do mundo
O que é insano ronda minha lucidez,
Sobrevoa os ares da consciência e deixa a dúvida do que é real!
Eu tenho em mim a poesia, a filosofia, a orgia de um ser qualquer...
A pureza de uma criança, sensibilidade de uma flor,
Mas tenho também a altivez do espírito, pois mantenho em mim certa dureza para não me acharem tudo isso!
Os meus defeitos talvez sustentem meu edifício,
Ninguém os tira pois da minha mais impune essência nasceu,
Como saber qual deles sustenta o edificio inteiro?